FalleN durante o Major de Xangai

FalleN fala como lida com críticas da Tribo

Relembrando ligação de Bolsonaro, capitão da FURIA afirma que atenderia qualquer presidente do Brasil

Bicampeão mundial, Gabriel "FalleN" Toledo também já passou por má fases. São nesses momentos que as críticas acontecem, não só dos torcedores comuns, mas também de personas do cenário, como Alexandre "Gaules" Barbosa e outros integrantes da Tribo. Mostrando-se experiente, o capitão da FURIA afirmou saber lidar com a situação, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

"Quando o material para o conteúdo não é tão positivo, é difícil manter essa positividade exacerbada. É fácil torcer para quem vence, né? Mas quando está tomando muito na cabeça e perdendo, às vezes a criação de conteúdo tem que vir para um outro lado, que acaba não agradando tanto e dando espaço para alguns 'trolls' participarem e destilarem um pouco de hate", afirmou.

"Então eu, do outro lado, acabo recebendo um pouco dessa outra parte. Posso dizer que sou grande fã do trabalho ainda, acho que trabalham super bem, mas, como jogador, acabamos tomando algumas batidas que temos que saber administrar", completou. FalleN ainda garantiu que segue muito próximo de Gaules.

Na entrevista, FalleN também opinou se considera os esports como esportes e relembrou o telefonema com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL/RJ): "Tenho consciência de que quando alguém desse porte liga, independente se é Bolsonaro, Lula ou o Marçal, de que existem interesses por trás dessa ligação. Para mim é motivo de muita gratificação. Então, atenderia qualquer ligação feita por qualquer presidente do Brasil, com maior orgulho".

Quando questionado se tem a mesma visão política do ex-presidente, FalleN desconversou. "Não tenho muito a dizer. Mas, como qualquer jovem, muitas vezes acabamos recebendo muitas informações e, às vezes, temos muita facilidade em acreditar que sabemos de tudo sobre algo e acha que aquele é o caminho", ponderou.

O Verdadeiro completou dizendo que não nega que já foi "vítima" de acreditar nas informações que recebe por mídias sociais. "Passei por uma fase assim, quando era ainda mais jovem, e depois fui tomando um pouco mais de consciência de que não é bem assim", afirmou.

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